Rainha (e empreendedora) dos caminhoneiros, Sula Miranda falou sobre seus projetos para a TV IG

Data: 30 de março de 2017

6-2-30032017Sula contou da sua paixão pela decoração e do legado que pretende deixar

A biografia da cantora Sula Miranda é um daqueles casos em que o caminho artístico cruza com o empreendedor. A cantora foi a convidada dessa semana do programa Pra Frente Sempre, apresentado por Marcos Scaldelai.

O início da carreira artística foi no final dos anos 70, quando Sula, suas duas irmãs e uma amiga formaram o conjunto “As Melindrosas”. A carreira no grupo durou três anos. “Houve um momento que decidi parar de cantar e queria ser decoradora. Entrei na faculdade e cursei Educação Artística, na Belas Artes. Não cheguei a trabalhar na área na época porque logo em seguida voltei para a carreira artística, mas dessa vez solo. Hoje também trabalho com decoração e amo o que faço” conta.

Quando decidiu voltar aos palcos, a música sertaneja vinha conquistando cada vez mais público no Brasil. A maioria das músicas falava da vida dos peões de boiadeiro e dos caminhoneiros. “Quando fui gravar o meu primeiro CD, eu já tinha em mente ‘quero ser a rainha dos caminhoneiros’. Todos cantavam música para esse público e se eu cantasse também eles iriam gostar de mim”, diz Sula.

Todavia uma boa rainha não procura só entreter os seus súditos, mas, também, busca o bem-estar daqueles que a seguem. “Estou com um projeto que é meu sonho, meu legado. É a construção do PACAM – Ponto de Apoio ao Caminhoneiro. Hoje, o Brasil não tem nenhum ponto de parada e descanso (PPD) regulamentado. Existem postos ou locais onde o caminhoneiro pode descansar, mas nada criado para ele”, revela.

O projeto consiste na criação de 35 unidades espalhadas pelo Brasil, com, no mínimo, 400 vagas para o motorista de caminhão descansar. “Eu trabalho nesse projeto há mais de cinco anos. A minha expectativa é que a primeira unidade seja inaugurada em setembro. Minha maior preocupação é levar mais conforto e valorizar o profissional que vive muitas vezes em condições desumanas”, explica.

Por: Redação Na Boléia

Data: 30 de março de 2017

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