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Protesto dos caminhoneiros: Governo de SP não irá flexibilizar lockdown

O Governo de São Paulo se pronunciou após um grupo de caminhoneiros bloquear a Marginal do Tietê nesta sexta (5/3) em protesto contra as medidas restritivas, que entram em vigor a partir deste sábado em todo o estado.

O Governo estadual informou que não existe a menor chance de flexibilizar o lockdown. Também revelou que não irá negociar mudanças nas medidas de endurecimento da quarentena em SP.

Não há hipótese de não ter fase vermelha. (…) Nós tivemos o maior aumento de internações em leitos de UTI Covid desde o início da pandemia e não é somente de idosos, é de jovens, de adultos. Todos estão adoecendo e nós não teremos leitos para a população se nós não fizermos a nossa parte”, afirmou a secretária durante em entrevista ao Bom Dia São Paulo pela manhã.

Os protestos pegaram os paulistanos de surpresa. A manifestação teve início por volta das 5h30 na Rodovia Castello Branco. Logo depois, o congestionamento já refletia pelas marginais Tietê, Pinheiros e na rodovia Castello Branco. A via só foi liberada por volta das 11h.

Também houve bloqueio na Marginal do Tietê, na altura do Cebolão, e interditaram a Avenida Teotônio Vilela, perto do Interlagos, na Zona Sul.

Veja o que pode funcionar na fase vermelha:

Escolas e universidades;
Hospitais, clínicas, farmácias, dentistas e estabelecimentos de saúde animal (veterinários);
Supermercados, hipermercados, açougues e padarias, lojas de suplemento, feiras livres;
Delivery e drive-thru para bares, lanchonetes e restaurantes: permitido serviços de entrega;
Cadeia de abastecimento e logística, produção agropecuária e agroindústria, transportadoras, armazéns, postos de combustíveis e lojas de materiais de construção;
Empresas de locação de veículos, oficinas de veículos, transporte público coletivo, táxis, aplicativos de transporte, serviços de entrega e estacionamentos;
Serviços de segurança pública e privada;
Construção civil e indústria;
Meios de comunicação, empresas jornalísticas e de radiodifusão sonora e de sons e imagens;
Outros serviços: igrejas e estabelecimentos religiosos, lavanderias, serviços de limpeza, hotéis, manutenção e zeladoria, serviços bancários (incluindo lotéricas), serviços de call center, assistência técnica e bancas de jornais.

Por Redação Na Boléia

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