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Dia Nacional da Paz no Trânsito

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No dia 21 de abril o Brasil comemora o dia Nacional da Paz no Trânsito. Para se tornar um motorista consciente, todo cidadão que possui CNH deve estar atendo às leis, às medidas de segurança no trânsito e a colaborar para reduzir riscos nas ruas e estradas brasileiras.

 

O trânsito no Brasil é regulamentado pela Lei 9503/97, que instituiu o Código de Trânsito Brasileiro. O documento estabelece, entre outros pontos, que é dever de todo condutor - seja de caminhão, ônibus, carro, moto - ter o domínio constante do veículo, dirigindo com atenção e cuidados indispensáveis à segurança no trânsito.

 

Quanto ao pedestre é sua obrigação transitar de maneira segura para não causar riscos de atropelamentos ou obstáculo à circulação de veículos.

 

O Dia Nacional da Paz no Trânsito tem o objetivo de reavivar na sociedade brasileira os valores, posturas e atitudes corretas que devem ser adotadas diariamente no trânsito para prevenir acidentes e tornar as ruas mais seguras para todos. O ato de dirigir apresenta riscos físicos, financeiros e emocionais.

 

De acordo com o Denatran, o atropelamento é o tipo de acidente que mais mata no Brasil. Além disso, o trânsito é a principal causa de morte entre as crianças e jovens de 5 a 14 anos. Dirigir de maneira defensiva é obrigação de todo motorista e significa estar atento para reconhecer antecipadamente as situações de perigo e evitar acidentes.

 

Na capital paulista, de acordo com a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), no ano passado houve uma queda de mortes no trânsito. Esses resultados positivos se refletem também na diminuição das mortes por atropelamentos

 

O balanço aponta queda de 9,8% na quantidade de mortos em decorrência de acidentes de trânsito em 2012 em comparação a 2011. Ao longo de 2012, 1.231 pessoas perderam a vida em decorrência de acidentes de trânsito na Capital, ante 1.365 no ano anterior.

O balanço da CET mostra que as mortes de pedestres, as principais vítimas do trânsito paulistano, caíram 12,5% em relação ao ano anterior, o que significa 77 vidas poupadas. Em 2012, 540 pedestres perderam a vida no trânsito paulistano ante 617 em 2011.

Com o objetivo de garantir que a queda no índice de mortes no trânsito na capital paulista se consolide e se torne uma tendência ao longo dos anos na cidade, a Administração Municipal está reforçando o Programa de Proteção ao Pedestre (PPP) na cidade.

Desde 18 de fevereiro, a Secretaria Municipal de Transportes (SMT) ampliou o PPP com a contratação de mil orientadores de travessia. O reforço se concretizou através da assinatura de um termo de cooperação pelas secretarias municipais dos Transportes (SMT, pasta à qual a CET está vinculada) e do Trabalho e Empreendedorismo (Semte, antiga Semdet).

A parceria prevê repasse de R$ 5 milhões por parte da SMT, montante já reservado pela nova gestão para ser investido no Programa. Ao longo do ano passado, a CET manteve cerca de 800 orientadores de travessia nas ruas. Com o novo contrato, teremos um incremento de 200 pessoas atuando na função. Com isso, o programa está sendo ampliado para mais regiões da cidade, inclusive as mais distantes, como as estradas do M´Boi Mirim e de Itapecerica (na Zona Sul), as avenidas Sapopemba, Marechal Tito e Ragueb Chohfi (todas na Zona Leste) bem como Teotônio Vilela, Guarapiranga, Cupecê e Largo 13 de Maio (também zona Sul), dentre outras.

Análise

 

O balanço anual feito pela CET tem como fonte primária as anotações oficiais do IML - Instituto Médico Legal, cruzadas com os Boletins de Ocorrência de acidentes de trânsito que compõem o INFOCRIM (Sistema de Informação Criminal) da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo. Esse sistema é um banco informatizado de todos os BOs elaborados pela Polícia Civil e disponibilizado à CET para consulta.

grafico1

A redução do índice geral de mortes no trânsito é reflexo da diminuição dos óbitos de duas categorias, pedestres e motociclistas. O relatório também revela o aumento de 3 mortes de ciclistas a mais em comparação ao ano anterior, que passou de 49 mortes em 2011 para 52 óbitos em 2012, 6,1% superior. Já os passageiros/ motoristas vítimas de acidentes fatais somaram 201 mortes neste ano. O numero é 7,5% superior ao do ano passado, quando essa categoria contabilizou 187 mortes.

grafico2

Cabe destacar que para orientar e conscientizar os ciclistas sobre como se comportar no trânsito, a CET vai oferecer cursos com aulas teóricas e práticas no Centro de Treinamento e Educação de Trânsito (CETET), na Barra Funda, Zona Oeste. Além de noções sobre o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), os ciclistas também vão aprender a lidar com situações de risco no trânsito e receber dicas de como cuidar da bicicleta. Para o curso, serão construídas rampas e circuitos internos voltados exclusivamente para os ciclistas. Os agentes de trânsito da CET já estão recebendo treinamento para conhecer as especificidades do uso da bicicleta como meio de transporte. Dos ciclistas  mortos, 98,1% eram homens, com idade média de 35 anos.

 

- Acidentes fatais por tipo de usuário, em 2012

Tipo de usuário

Sexo das vítimas

Feminino

Masculino

Total

Ciclista

1 (1,9%)

51 (98,1%)

52 (100,0%)

Motociclista

31 (7,1%)

407 (92,9%)

438 (100,0%)

Motorista/passageiro

39 (19,4%)

162 (80,6%)

201 (100,0%)

Pedestre

184 (34,1%)

356 (65,9%)

540 (100,0%)

Todos

255 (20,7%)

976 (79,3%)

1231 (100,0%)

 


- Idade média das vítimas dos acidentes fatais por tipo de usuário, em 2012

 

Ciclista

Motociclista

Motorista/passag.

Pedestre

Todos

35

29

34

50

39

 

O relatório também demonstra a tendência de queda na quantidade de mortes no trânsito registradas no período que compreende os últimos 12 meses. O resultado comprova a importância do trabalho educativo empreendido na Cidade de São Paulo, que, conforme citado, recebeu recentemente o reforço e foi ampliado para outras regiões da cidade. O Programa de Proteção ao Pedestre (PPP) envolve ações de engenharia e fiscalização para incentivar o respeito e práticas de cidadania no trânsito.

grafico3

A tendência se confirma na comparação do índice de mortes para cada 100 mil habitantes. Por exemplo, em dezembro de 2012, morreram na Capital 10,79 pessoas vítimas de acidentes de trânsito ante 12 pessoas no mesmo mês do ano anterior, com redução 10%.

 

Índice de mortes por 100 mil habitantes

Dez/ 2011

12,00

Variação

Dez/ 2012

10,79

- 10%

 

 

 

grafico4



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